domingo, 3 de outubro de 2010

perdoa


quando adormeceste, depois do almoço, com os teus cabelos enrolados nos meus e o teu rosto redondo e cor-de-rosa na penumbra do quarto, pedi-te perdão tantas, tantas vezes por não ir ver os teus olhos a brilhar com os peixinhos neste final de tarde.

3 comentários:

  1. querida, estás proibida de não te perdoar a ti própria...

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  2. Estás mesmo, Medusa, sob pena de o farde se tornar ainda mais atroz. Entre outras coisas.

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