
Quando deixares que a noite te consuma o último ponto de luz
E os uivos dos cães lá fora se calarem
Quando observares as tuas mãos vazias no silêncio
E tudo o que te restar for uma sombra que alastra
Lembra-te que o frio, o nada, o escuro
Ocupam o exacto espaço da presença, do riso e da manhã