Não foi o maior, o mais límpido, o mais deslumbrante e nem sequer foi, em absoluto, o mais puro.
Foi apenas o mais lento. E foi apenas o último.
E é só por isso que ainda o trago tatuado na retina. E é só por isso que ainda guardo na pele o frio que fica imediatamente a seguir a um pôr-do-sol.