É incrível como há uma série de coisa que perdem completamente o sentido depois de três ou quatro meses sem televisão. Gaspar era o marido da minha professora primária; Coelho uma figura patusca lá na minha universidade; Tó Zé o namorado que uma prima trocou por um qualquer Bernardo.
Não sei porque é que agora todos insistem em falar desta gente ao almoço e também não imagino o que possam ter a ver com as taxas de juro.