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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Façam-me esse favor

Comprem a Ler.
Mesmo que não a leiam, façam-me o favor de a comprar.
Não tenho parte na distribuição dos lucros e nem sequer fomos linkadas pelo Mexia.
Sucede que, ultimamente, todas as coisas de que eu gosto começaram a desaparecer do mercado.
Tudo começou com umas certas águas francesas, depois foram os básicos da Burberry, a seguir foi o meu perfume que deixou de ser vendido em Portugal, seguiram-se umas bolachas que só se vendiam num supermercado, por fim foi o Eremita que decidiu acabar com o Ouriquense.
Convenci-me que há um vírus e temo que a próxima vítima seja a Ler.
Comprem-na. Evitem-me mais esse desgosto.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Telefonemas do inferno

Havia um telefonema que eu não queria atender.
Atendi-o ontem.
Pela voz entusiasmada do homem dir-se-ia que eu tinha ganho uma casa num daqueles sorteios de enciclopédias que não estou certa que existam.
E mesmo não tendo havido sorteio algum, nem eu tendo comprado enciclopédias, o homem não deixou de me anunciar uma nova casa. Numa nova cidade. A muitos quilómetros de todos os meus lugares.
Será a minha 14.ª casa. E suspeito que jamais venha a ser um lugar meu.