No fundo, é como se o desgosto de amor fosse coisa de que só é possível sofrer uma única vez. Depois do primeiro, todos os outros parecem cómicas réplicas do mesmo sismo.
Há qualquer coisa de hilariante em ver a terra abanar, ter o instintivo medo de que as estruturas se danifiquem e, pelo meio, tomar consciência que já não há nenhuma estrutura para ruir.
Nas réplicas, até a dor tem o entediante gosto da comida requentada.